terça-feira, 4 de junho de 2013
Recrutamento & Seleção (termos que não são sinónimos!)
Postado por Davide Gouveia às terça-feira, junho 04, 2013
domingo, 19 de maio de 2013
Comunicação e Liderança
Postado por Davide Gouveia às domingo, maio 19, 2013
quinta-feira, 2 de maio de 2013
Trabalho em Equipa
Postado por Davide Gouveia às quinta-feira, maio 02, 2013
terça-feira, 23 de abril de 2013
Dia Mundial do Livro - Drive!
Hoje é o Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor é um evento comemorado todos os anos no dia 23 de Abril, e organizado pela UNESCO para promover a o prazer da leitura, a publicação de livros e a proteção dos direitos autorais. De forma a comemorar este dia e aproveitando para complementar a última publicação relativa ao puzzle da motivação, apresento-vos um resumo do livro "Drive" de Dan Pink. Na minha opinião é uma obra brilhante que veio colocar em causa muitas das ideias que
ainda proliferam no mundo empresarial em relação ao processo de motivação dos colaboradores, como o facto
de se pagar um bónus condicional poder garantir melhores resultados (assunto iniciado na última publicação). É de facto um livro riquíssimo que recomendo a qualquer pessoa com interesse por esta área. Resumo que o autor disponibiliza no final do livro :
As sociedades, tal como os computadores, têm sistemas operativos - um conjunto de instruções e protocolos, basicamente invisíveis, sobre os quais tudo funciona. O primeiro sistema operativo (chamemos-lhe Motivação 1) tinha como objectivo a sobrevivência. O seu sucessor, o Motivação 2.0, foi assente em recompensas extrínsecas e punições. Para as tarefas de rotina do século XX funcionou bem. No entanto, no século XXI, o Motivação 2.0 está a revelar-se incompatível com a maneira como organizamos aquilo que fazemos, como pensamos o nosso trabalho e o fazemos. Estamos a precisar de uma actualização.
Capítulo 2 - Sete razões porque as cenouras e o chicote muitas vezes não resultam
Quando as cenouras e o chicote se cruzam com a nossa terceira motivação começam a acontecer coisas estranhas. As recompensas tradicionais, de tipo condicional, acabam por produzir resultados contrários aos desejados. Podem anular a motivação extrínseca, piorar o desempenho, esmagar a criatividade e prejudicar todo o nosso comportamento. Além disso, acabam por ter efeitos realmente indesejáveis: encorajar comportamentos não éticos, criar dependências e encerrar a nossa capacidade de projectar o futuro nos limites dos cálculos de curto prazo. São os bugs do nosso actual sistema operativo.
Capítulo 2A - …e as circunstâncias especiais em que resultam
As cenouras e o chicote não são assim tão maus. Quando estão em causa tarefas de rotina podem ser muito eficazes - uma vez que não está envolvida uma motivação intrínseca que possa ser prejudicada nem uma grande criatividade que possa ser esmagada. Além disso, podem ser ainda mais eficazes se:
- aqueles que as prometem oferecerem uma justificação da sua necessidade;
- reconhecerem que as tarefas em questão aborrecidas;
- e derem a quem as executa o máximo de autonomia.
Quando as tarefas em causa são conceptuais e únicas, e não de rotina, as recompensas são muito mais perigosas - em particular as do tipo condicional [algumas pessoas devem estar a pensar no seu gestor de conta…]. Já as recompensas ocasionais, dadas depois de uma tarefa ser completada, podem por vezes adequar-se a tarefas mais criativas, do lado direito do cérebro, em especial se forem acompanhadas de informações úteis ao desempenho.
Capítulo 3 - O tipo I e o tipo X
O Motivação 2.0 encorajava e dependia do comportamento de tipo X - um comportamento mais motivado por desejos extrínsecos que por razões intrínsecas, e menos explicado pela satisfação intrínseca com uma actividade que com as recompensas extrínsecas que ela proporciona. O Motivação 3.0, a actualização de que precisamos para o bom funcionamento da actividade económica do século XXI, assenta e depende do comportamento de tipo I. Este último tem menos a ver com as compensações proporcionadas por uma actividade que com a satisfação intensa com a própria actividade. Para ter êxito profissional e obter realização pessoal com o trabalho, temos de nos afastar e ajudar os nossos colegas a afastarem-se do tipo X e a adoptarem o comportamento de tipo I. Mas nem tudo são más notícias: o comportamento de tipo I aprende-se, não está escrito no destino à nascença, além de conduzir a um desempenho de melhor qualidade e contribuir para a saúde e o bem-estar geral dos que o praticam.
Capítulo 4 - A Autonomia
Os valores predeterminados com que nascemos são a autonomia e a independência. Infelizmente, as circunstâncias - incluindo algumas noções ultrapassadas de "gestão" - muitas vezes conspiram para modificar esses valores e para nos transformar em pessoas com um comportamento de tipo X. Para encorajar o comportamento de tipo I, e o alto nível de desempenho que só ele permite, a primeira exigência é a autonomia. As pessoas precisam de autonomia:
As empresas que proporcionam autonomia, por vezes em doses radicais [o livro está recheado de exemplos FANTÁSTICOS nesse sentido], estão a obter melhores resultados que as concorrentes que não o fazem [conheço casos concretos muito próximos que o comprovam].
Capítulo 5 - A Mestria
Enquanto a Motivação 2.0 exigia consciência, a Motivação 3.0 exige empenhamento. Apenas o empenhamento pode produzir mestria - tornar-nos cada vez melhores em qualquer coisa que tenha valor. Ora a busca de mestria, uma parte importante mas muitas vezes adormecida da nossa terceira motivação, tornou-se essencial para abrir caminho na economia actual. A mestria começa com o "fluxo" - as experiências em que enfrentamos desafios perfeitamente adequados às nossas capacidades. Assim, as empresas que sabem o que lhes convém procuram atribuir aos seus funcionários tarefas com um grau de dificuldade nem certo intervalo, nem demasiado fáceis nem demasiado difíceis. Por outro lado, a mestria obedece a três regras peculiares:
Capítulo 6 - O Sentido
Os seres humanos, pela sua própria natureza procuram sentido - uma causa superior a eles próprios e que lhes possa sobreviver. No entanto, as empresas tradicionais consideraram durante muito tempo que o sentido era um elemento meramente ornamental, um acessório encantador, desde que não interferisse com as coisas sérias. Porém, isso está a mudar, graças em parte à maré da chegada dos "baby boomers" à idade em que se confrontam com a aproximação da morte. Com o Motivação 3.0, a maximização do sentido tem lugar a par da maximização do lucro como aspiração e princípio orientador. Dentro das organizações esta nova motivação expressa-se de três maneiras diferentes:
Esta mudança no sentido de acompanhar a maximização do lucro da maximização do sentido tem potencial para rejuvenescer as nossas empresas e renovar o nosso mundo.
Postado por Davide Gouveia às terça-feira, abril 23, 2013
quinta-feira, 18 de abril de 2013
Recompensas - Puzzle da Motivação
Postado por Davide Gouveia às quinta-feira, abril 18, 2013
quarta-feira, 17 de abril de 2013
O Saleiro de Churchill (se non è vero, è ben trovato)
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| http://www.information-facts.com |
Postado por Davide Gouveia às quarta-feira, abril 17, 2013
terça-feira, 2 de abril de 2013
Iniciativa de sucesso: Adam Pacitti
Postado por Davide Gouveia às terça-feira, abril 02, 2013
segunda-feira, 1 de abril de 2013
Entrevista de Emprego (Candidato)
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| http://www.dinheirovivo.pt |
Fonte: http://www.dinheirovivo.pt/Guru/Artigo/CIECO036634.html?page=0
Sugestões de aprofundamento:
Como causar boa impressão:
http://expresso.sapo.pt/guia-da-entrevista-de-emprego-como-causar-boa-impressao=f774725
50 questões mais frequentes:
http://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2012/05/16/931786/as-melhores-respostas-as-50-perguntas-mais-frequentes-em-entrevistas-emprego.html
Postado por Davide Gouveia às segunda-feira, abril 01, 2013
quinta-feira, 28 de março de 2013
Porque é que pessoas inteligentes tomam decisões irracionais todos os dias?
- 36' Panasonic por $690
- 42' Toshiba por $850
- 50' Philips por $1,480
Sam sabe que as pessoas tem dificuldade em comparar as opções. Quem consegue dizer se a Panasonic de $690 é melhor do que a Philips de $ 1.480?
Mas Sam sabe que dadas 3 opções, as pessoas geralmente escolhem a do meio. Qual ele coloca no meio? A que deseja vender.
- A
- B (diferente de A, mas também interessante)
- A- (similar a A, mas um pouco inferior)
Por exemplo, se tivermos que escolher entre férias em Paris (com café da manhã) e Roma (com café da manhã). É difícil decidir certo?
Se colocarmos uma 3ª opção: férias em Roma (sem café da manhã) aumenta a escolha das pessoas por Roma (com café da manhã). Se for feito com Paris, acontece o mesmo.
Isto é irracional. Esta 3ª opção ligeiramente inferior não deveria influenciar a escolha das pessoas por Roma ou Paris.
3. Quando a Williams-Sonoma lançou a sua máquina standard de fazer pão, as vendas foram más. Após lançarem a versão deluxe (maior e mais cara), a versão standard disparou nas vendas pois dava a impressão de ser barata.
- Chapter 1: The Truth about Relativity
- Chapter 2: The Fallacy of Supply and Demand
- Chapter 3: The Cost of Zero
- Chapter 4: The Cost of Social Norms
- Chapter 5: The Influence of Arousal
- Chapter 6: The Problem of Procrastination
- Chapter 7: The High Price of Ownership
- Chapter 8: Keeping doors open
- Chapter 9: The effect of expectations
- Chapters 11 & 12: The Context of Our Character
Postado por Davide Gouveia às quinta-feira, março 28, 2013
quarta-feira, 27 de março de 2013
"All work and all play"
Postado por Davide Gouveia às quarta-feira, março 27, 2013
sexta-feira, 15 de março de 2013
"Jolly Good Fellow"
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| www.businessinsider.com |
Ofereceu o curso aos seus colegas, em 2007, e depois passou a divulgá-lo pelo planeta. A grande motivação, assinala, é criar as condições para se alcançar a paz mundial. Quer saber como? Veja o vídeo em baixo, compre o livro e passe à prática! Afinal como afirma Chade-Meng Tan, é como o exercício físico: podemos não conseguir ser atletas olímpicos, mas os seus benefícios funcionam com toda a gente!
E se a compaixão for também lucrativa?
E se a compaixão for também boa para o negócio?
Se fosses mais simpático, seria tudo muito mais eficaz: "OTIMIZAR"
O perfil do grande líder, insiste Chade-Meng Tan, não dá margem para enganos: humildes, ambiciosos e com capacidade para compreender e criar empatia com as pessoas...
Pensar fora da caixa: "AUTONOMIA"
Deixar os funcionários trabalhar livremente, que eles, certamente, vão acabar por fazer a coisa melhor... Exagerando um pouco na metáfora, a Google é aquele lugar onde os loucos mandam no hospício.
A felicidade é o estado natural da mente: "NOVOS HÁBITOS MENTAIS"
Imagine que, ao encontrar alguém, pensa: "Quero que sejas feliz, quero que sejas feliz", repetidamente. Segundo Meng, essa boa vontade é imediatamente compreendida pelos outros, mesmo que de uma forma inconsciente, facilitando-nos a vida porque cria confiança e, com ela, boas relações de trabalho. Tudo junto, faz com que o ambiente seja fértil para a tal compaixão, "o estado mais feliz do mundo".
Postado por Davide Gouveia às sexta-feira, março 15, 2013
quarta-feira, 13 de março de 2013
Grupo CH (Projeto Be a Monster)
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| http://www.beamonster.pt/ |
Em paralelo com tudo isto, a empresa estará de olho nos candidatos que se destaquem pelo talento, criatividade e capacidade de integração na forma de estar na empresa, em permanente festa e celebração. Até porque como refere o seu fundador, António Henriques, “quem não gosta de festas até pode trabalhar cá, mas nunca chegará a partner da empresa”.
Apresentação Programa "Be a Monster":
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| http://www.beamonster.pt/ |
Etapa 2 “Looking for talent”
Nesta fase vamos encontrar o teu talento! Vamos ser monstruosamente exigentes e selecionar 250 jovens!Etapa 3 “FINDING YOUR EDGE”
Limites? Já testaste os teus? Neste primeiro desafio “é preciso Acreditar!” Sendo a CH uma organização determinada prepara-te, porque “quanto maior o desafio, maior o gozo!”. Para a próxima fase seguem 120 candidatos!Etapa 4 “LEARNING HOW TO BE A MONSTER”
Ser Monstro não é tarefa fácil e queremos preparar-te! Durante um mês vais ter formação intensiva e desenvolver as Basic Skills necessárias para enfrentar o mercado de trabalho e o que aí vem… já de seguida!Seguem para a próxima etapa um máximo de 40 jovens que provem estar à altura do desafio!
Etapa 5 “FINAL MATCH”
Já percorreste um caminho monstruoso! Agora, segue-se a Batalha final! A última hipótese para mostrares que és TU quem mais merece ser Monstro! Durante 48 horas intensas, serão vários os desafios apresentados aos candidatos que chegam a esta fase. Integram a fase seguinte um máximo de 15 sobreviventes!Etapa 6 “LIKE A MONSTER”
Parabéns! Sê bem-vindo ao Mundo CH!! É aqui, na melhor empresa do Mundo, que irás estagiar e ser feliz!
Etapa 7 “Being a monster”
A sétima etapa não poderia deixar de ser a integração na festa! Esta é a cerimónia de encerramento e não vamos parar de te surpreender!Postado por Davide Gouveia às quarta-feira, março 13, 2013
sexta-feira, 8 de março de 2013
Munir Virani: O porquê de adorar abutres

Portanto, decidi apresentar este vídeo, já que este animal de acordo com a análise científica de Munir Virani necessita da nossa preciosa ajuda. Assim, solidarizo-me difundindo o vídeo, mostrando a minha concordância e solidariedade com tudo o que foi apresentado. Reforço TUDO, especialmente esta distinta análise em cinco pontos essenciais das diferenças entre o "Abutre" vs "Classe Política". Ora vejamos:
Vídeo Completo:
Postado por Davide Gouveia às sexta-feira, março 08, 2013
quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013
Heineken - “The Candidate” (entrevista de emprego)
Assista ao vídeo “The Candidate” que está a incendiar as redes sociais:
Postado por Davide Gouveia às quinta-feira, fevereiro 28, 2013
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
A sua reputação digital já vale mais que um currículo
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| Fonte: http://www.digitaltrends.com |
Como consequência de passarmos tanto tempo online, deixamos agora rastos da nossa personalidade em todo o lado. De facto, e a menos que nunca tenha usado a Amazon, Gmail, Spotify, Tripadvisor, Netflix, ou qualquer infinidade de outros sites, terá não um, mas múltiplos perfis online.
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| Fonte: http://www.telegraph.co.uk |
Postado por Davide Gouveia às segunda-feira, fevereiro 25, 2013
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013
François Pienaar inspira estudantes da Porto Business School
Ontem fui ver à EGP o François Pienaar, capitão da selecção de rugby da Africa do Sul que venceu o campeonato do mundo de 1995 – e que inspirou o filme “Invictus”
Falou da sua experiência com Nelson Mandela, da sua carreira desportiva e tirou algumas conclusões sobre a liderança no desporto e a forma como pode ser aplicada á gestão.
Este vídeo é um belíssimo complemento à conferencia de ontem e para que se perceba a importância desse campeonato para unir a Africa do Sul enquanto país e para evitar uma guerra civil.
Quando Mandela saiu da cadeia - depois de 27 anos preso na ilha de Roben, numa cela 2m por 4m, da qual só saía para ir "dar uma perninha" nos trabalhos forçados - estava toda a gente á espera que se iniciasse uma guerra civil. Os negros teriam finalmente a merecida vingança, depois de 50 anos de apartheid. E o que é que o homem fez? Perdoou a toda a gente!
Como se sai de uma situação aparentemente irresolúvel?
Como se apagam 50 anos de ressentimento, de abusos e humilhações?
Histórias destas dão-nos força para acreditar que é possível dar a volta à situação que vivemos actualmente.
De notar que Pienaar terminou a conferência fazendo um apelo à ética e aos princípios, citando Rudyard Kipling:
When you get what you want in this struggle for self,
And the world makes you king for a day
Then go to your mirror and look at yourself
And see what the man has to say.
For it isn't your father, your mother or wife,
Whose judgement of whom you must pass,
The fellow whose verdict counts most in your life,
Is the guy staring back in the glass.
He is the man you must please never mind all the rest,
For he's with you clear up to the end.
And you have passed your most difficult and dangerous test,
When the man in the glass is your friend.
You can be like another and chisel a plum,
And think you're a wonderful guy,
But the man in the glass says you're only a bum,
If you can't look him straight in the eye.
You can fool the whole world, down the pathway of years,
And get pats on the back as you pass,
But your final reward will be heartache and tears,
If you've cheated the man in the glass.
Sem dúvida, um exemplo a seguir.
António Machado Vaz
Postado por Davide Gouveia às quarta-feira, fevereiro 06, 2013











