DG79|2007-13|17
domingo, 8 de janeiro de 2017
2017 CHEGOU... E AGORA!?
Artigo redigido por Davide Gouveia*
DG79|2007-13|17
DG79|2007-13|17
2017 CHEGOU... E
AGORA!?
VAMOS
SER MELHORES!
COMO?
Resposta
ÓBVIA: NÃO devemos fazer o que, e como
sempre fizemos, porque decerto já não iremos obter aquilo que obtivemos!
O Brasil, os
seus Cidadãos e as Empresas encontram-se num momento especialmente desafiante.
É exatamente nos momentos em que a espécie humana tem maior dificuldade em
satisfazer as suas vontades, que a criatividade atinge o seu auge.
PENSANDO
NISSO...
Olhar ao espelho ainda é grátis! Que
vê? Que lê? Com quem convive?
Lê e vê apenas as desgraças do mundo?
Convive apenas com os companheiros da desgraça?
Deixa-se intoxicar e/ou intoxica os
outros com tudo o que acontece de mal no Brasil e no mundo?
Então tudo à sua volta e no seu negócio
será anti-festa. Porque, em vez de ser
o maestro da mudança, estará a provocar a falência da empresa mais importante
para si: você mesmo.
Salve-a
enquanto é tempo pois só você o pode fazer.
Como? Pense nisto: nenhum
cliente lhe vai comprar um aparelho de TV que não possua um comando à
distância! O cliente quer ter o poder de, quando quer, comodamente mudar de
canal. Ora, então também todos somos livres de escolher o que lemos, como nos
associamos, o que fazemos. Portanto, tome nota: a sua vida será o reflexo
natural das escolhas que faz e que fará! Já os nossos avós diziam: quem está
mal, muda-se.
Para mudar é preciso QUERER,
é preciso CORAGEM.
Recorde-se sempre que mesmo que decida não
mudar, tudo mudará à
sua volta e, nesse caso será pior, pois a mudança será
comandada por outros.
Lembre-se da
frase que Fernando Pessoa criou em relação à Coca-Cola e que usamos adaptada à
mudança: “Primeiro estranha-se, e depois entranha-se!”
Experimente desfrutar de uma festa onde será o protagonista e o realizador,
pois temos a certeza que a sua audiência: os outros, ao verificarem que, a sua
nova forma de estar na VIDA (PESSOAL E PROFISSIONAL) está mais colorida, mais
sexy, mais moderna.
Equipe-se
como quem vai para a festa! Festeje e contagie.
Crie novas
“festas” e não se limite a repetir as festas do costume!
Se quisermos na
nossa vida pessoal e nos negócios não existe o “NÃO”. Cada um de nós é
responsável por assumir que apenas existe o “AINDA NÃO”!
Um profissional
criativo na resolução de problemas ou de desafios é alguém que pensa e age
“fora da caixa”. Conecta o AINDA NÃO conectado!
Seja
você o autor e ator da festa.
Não podemos imaginar que teremos caminho sem pedras e, muito
menos, que vamos, necessariamente, ter de mudar o caminho só porque encontramos
pedras; precisamos é estar preparados para tirá-las do meio caminho. Isto me
faz lembrar um dos ícones da poesia portuguesa, Fernando Pessoa:
“Pedras no caminho?
Guardo todas, um dia vou construir um castelo..."
Que sejamos engenheiros de nós mesmos e que façamos das
adversidades os nossos futuros castelos! Afinal, a exemplo da própria vida, as
organizações estão cheias de pedras no caminho. Cabe-nos como PROFISSIONAIS,
ajudá-las a assumirem a responsabilidade de “tirarem as pedras de seus
caminhos” ou pelo menos, aprenderem a desviar-se delas... Caminhar é preciso!
E MUITO IMPORTANTE:
Excelência é uma filosofia de vida, tem a
ver com compromisso consigo ou com o universo. Excelência gera excelência!
FANTÁSTICO 2017 PARA TODOS E EM ESPECIAL PARA A FAMÍLIA LOURENÇO
ALIMENTOS!
* Manager do Blogue desde Outubro de 2007.
Postado por Davide Gouveia às domingo, janeiro 08, 2017
terça-feira, 14 de junho de 2016
Geração de Valor 2 - "Para colher sonhos, é preciso...pensar fora da caixa".
Artigo redigido por Davide Gouveia*
Nascido em uma família simples, com 18 anos Flávio Augusto da Silva decidiu decretar sua independência financeira e começou a vender relógios. Cinco anos depois, criou uma escola de inglês que se transformaria na famosa rede Wise Up e, em pouco tempo, passou a figurar entre os bilionários mais jovens do Brasil.
DG78|2007-13|16
Nascido em uma família simples, com 18 anos Flávio Augusto da Silva decidiu decretar sua independência financeira e começou a vender relógios. Cinco anos depois, criou uma escola de inglês que se transformaria na famosa rede Wise Up e, em pouco tempo, passou a figurar entre os bilionários mais jovens do Brasil.
O empreendedorismo é para todos, tanto para quem estudou em Harvard como
para quem se formou em Porto Wlater. O sucesso, como Flávio costuma
dizer, é uma ciência exata que qualquer um pode aprender. Portanto só
depende de você conquistar o que deseja. O livro traz uma seleção dos
textos mais afiados e das citações mais provocadoras do Geração de Valor (primeiro livro de Flávio Augusto) e
é uma oportunidade de enxergar o mundo de outra forma.
A quebra de paradigmas e conceitos
nesse livro é fantástica. Ressalto que o empresário Flávio Augusto faz
questão de dizer que ele começou do zero, vindo da periferia do Rio de
Janeiro e hoje é um dos bilionários mais jovens do Brasil, quebrando a
ideia que só fica rico quem já nasceu rico ou a de que quem nasceu pobre
vai morrer pobre. Abaixo mostro alguns trechos que fazem alusão ao que
foi dito acima:
“O sucesso é uma ciência exata que todos podem aprender. Não é questão de sorte, sobrenome ou classe social”
“Levantar a bandeira do “é possível” é muito mais digno do que a bandeira do “eu sou vítima”.”
“A sua inteligência lhe dá o privilégio de aprender tudo aquilo que
desejar. Para isso, você só precisa assumir a posição de aluno, com
humildade e com uma fome voraz de conhecimento. A sequência é esta:
inteligência > humildade > aprendizagem.”
Assim, segundo o livro, a
regra é clara: colhemos somente aquilo que plantamos. Se você fica
satisfeito com qualquer coisa, a vida vai lhe dar qualquer coisa. Persiga
incansavelmente os meios para alcançar suas metas, sem desculpas
esfarrapadas e falta de iniciativa. Todas as vezes que
você se dá ao luxo de ficar de saco cheio e desiste de continuar a lutar
pelo que quer, uma parte de seu futuro que você jamais vai conhecer
imediatamente morre. Transforme cada desafio e cada dificuldade em motivação. O
sabor da conquista compensará toda a dedicação, o esforço e os riscos
assumidos.
Fica a dica de um livro que irá transformar o seu modo de pensar e agir!
O
segredo de tudo nessa vida é não desistir do que acreditamos e
sonhamos.
Em conclusão, três trechos bem interessantes do livro:
“Se falta de tempo realmente fosse uma justificativa para não tirar os planos de papel, somente os desocupados teriam sucesso”
“Aprender primeiro a SER, para depois FAZER, e, por consequência, TER.”
“Liberte-se do orgulho e permita-se aprender”
Pense nisso! Saia do quadrado, faça a diferença!
Assista: Bate-papo/Resenha: Livro Geração de Valor 2
Dica adicional:
Flávio Augusto - FUNDADOR DO MEUSUCESSO.COM
Postado por Davide Gouveia às terça-feira, junho 14, 2016
segunda-feira, 18 de maio de 2015
Senhor(a) "X" acha a Geração Y difícil!? Espere para ver a Z na sua empresa..!
Artigo redigido por Davide Gouveia*
DG77|2007-13|15
GERAÇÃO Z = NATIVOS DIGITAIS
Antes de tudo, vamos relembrar a classificação das gerações: Os Baby boomers, são os filhos da Grande geração e geração silenciosa, sendo pessoas nascidas nos 40 e 50 até o início dos anos 60. Já a Geração X são as pessoas nascidas nas décadas de 1960 e 1970. Já a Geração Y
são pessoas nascidas entre 1977/78 e nos anos 80 até meados dos 90. Já a
Geração Z são os indivíduos nascidos por volta de meados dos anos 1990 e
Década de 2000 em diante.
Os jovens da geração Z, com idade entre 16 e 20 anos, já estão começando
a entrar no mercado de trabalho, e isso vai exigir que as empresas
façam mais do que repetir comportamentos e práticas adotados na gestão
da geração Y (entre 21 e 32 anos) para atrair e reter esses novos
profissionais. A
chegada dessa nova geração ao meio organizacional já causa certos
impactos por conta das características peculiares desse jovens e vai
exigir que empresas se adaptem e apliquem novas práticas para atrair e
reter esses profissionais.
Os nativos digitais são menos motivados por dinheiro que a Geração Y
e têm mais ambições empreendedoras. A pró-atividade com relação aos
meios digitais também levam muitos a desejarem ter sua própria start-up. No fundo, não nasceram serem empregados e sim para empreender e empregar! Estes jovens conectados vivem num mundo sem fronteiras e experimentam
constantemente coisas novas. Eles trocam de celular a cada seis meses,
por exemplo. São usuários intensivos das redes sociais e não entendem
porque algumas companhias bloqueiam esses serviços. Para eles, navegar
por esses sites faz parte do seu dia a dia.
Diferentemente da Geração Y, os nativos digitais não têm em mente o conceito "work hard, play hard".
O jargão sempre foi usado pelos jovens que se esforçavam muito no
trabalho para ganhar bem e ter tudo que desejavam. Os Y gastam com audácia e poucos limites enquanto
que grande parte dos Z prefere economizar. Motivo: A geração Y cresceu
em um momento de economia forte e a atual cresceu com o terrorismo,
complexidade e volatilidade.
Outra situação é que os nascidos neste milênio não querem abrir mão do seu tempo livre.
Não consideram que trabalhar muito e ficar no escritório horas depois
do fim do expediente seja gratificante. Além disso, eles preferem
trabalhar de casa. Oito em cada dez brasileiros da Geração Z exigem condições de trabalho mais flexíveis que as gerações anteriores, aponta uma pesquisa da Randstad.
Quando o assunto
é trabalho, empresários e gestores (maioria "X") se perguntam como os jovens Z
influenciarão o mercado profissional. Adianto que eles iniciarão uma
tendência que deve perdurar a partir deles: a de integração total com a
tecnologia. Enquanto alguns empresários vêem a chegada desses nativos
tecnológicos com otimismo, outros, mais conservadores, temem pelo que
está por vir.
Para começar, é necessário que as empresas
entendam que esses jovens vivem num ritmo fragmentado, devido à
variedade de atividades que executam simultaneamente: ouvem música,
navegam na internet e assistem filmes, tudo ao mesmo tempo. Se pensarmos
que em breve eles chegarão ao primeiro emprego, essa característica
poderá ser benéfica na medida em que trará funcionários multitarefa. Por
outro lado, se não receberem instruções para focarem suas atividades,
serão profissionais dispersos, que se concentram muito menos em uma só
ocupação.
O celular, o Facebook e o Instagram fazem com que as crianças e jovens de hoje vivam em constante
diálogo e valorizem a comunicação. Dessa forma, tendem a exigir acesso
direto aos superiores e explicações daquilo que lhes é solicitado. Em
empresas com uma hierarquia flexível, essa atitude é positiva, até
encorajada, mas, em companhias com posições bem definidas, os
questionamentos da podem não ser tão bem vistos. O desafio estará em capacitar líderes que consigam uma boa comunicação, uma excelente relação inter e intra-pessoal e que mantenha a equipe focada e motivada. Esses líderes precisam oferecer nos ambientes de
trabalho reuniões com os diferentes profissionais para integrá-los.
Assim, cada um poderá mostrar seu potencial, sem atrapalhar o bom
desempenho das atividades na empresa.
A realidade é que esses jovens podem dar muita dor de cabeça, e muito grave, se a
empresa não atender às suas necessidades, tanto como clientes quanto
como funcionários.
Tem solução? Claro que sim! Vejamos:
Parece-me de extrema importância que as empresas construam um ambiente de troca,
valorização da diversidade e bom relacionamento entre as gerações X, Y e
Z, além de alguns baby boomers, ainda no mercado de trabalho. Tal
interação é fundamental para garantir foco, resultados, assertividade,
flexibilidade e agilidade. Se não é possível ter tudo isso em uma única
geração, porque não integrar as quatro gerações a favor da empresa,
beneficiando a todos os envolvidos!?? Deixem de lado os preconceitos e ideias pré-concebidas do certo e errado e aproveitam esta conjuntura fantástica de evolução da sociedade e dos jovens!
Não vale a pena lutar contra algo que está iminente e é inquestionável, a geração Z está a chegar com toda a força! Felizmente algumas organizações já conhecem a importância
de valorizar e motivar seus funcionários. Para se prepararem para
receber a geração Z que já está prestes a iniciar a próxima onda de
revolução no mercado de trabalho. Será necessário cuidar da construção
de uma cultura organizacional em que a diversidade seja vista como algo
positivo e não ameaçador.
Além disso, reforço que as empresas terão de capacitar suas lideranças para
engajar as pessoas promovendo uma gestão participativa, criando o hábito
do feedback constante, agregando valor não apenas para o cliente, mas
para toda a cadeia produtiva e promover aprimoramento pessoal e
profissional personalizados. Estas são maneiras de investir e estimular os jovens e a todos os demais
profissionais para que se sintam satisfeitos e realizados. Sendo assim,
utilizarão toda a energia da qual dispõem para oferecer o melhor de si
para a empresa. As empresas e acima de tudo os Diretores/Gerentes e etc da Geração X precisam se reinventar para reter talentos e
se destacar no mercado!
O importante é que independente da geração a que o profissional pertença, o objetivo principal de uma empresa é obter lucro. Para essa finalidade não existe uma receita absoluta, porém, para se
estabelecer, ela exige um requisito básico dos colaboradores envolvidos,
que é a capacidade de se trabalhar em equipe.
Todas as gerações têm a ensinar umas às outras e feliz daquele que é
capaz de ouvir corretamente e se impor corretamente. Mas o que é ser
correto? As gerações mais antigas têm a capacidade bem definida de pensar
estrategicamente, o que torna suas decisões estatisticamente mais
acertadas. Enquanto o jovem pode inovar constantemente por meio das suas
ideias os profissionais das gerações anteriores viabilizam a inovação
sem os prejuízos que estas podem causar por não terem sido concebidas de
maneira estratégica.
A boa notícia?
Atualmente, muitos líderes das gerações Baby Boomer e X estão se
tornando cada vez mais Y. Isso devido ao crescimento exponencial do
volume de informações que devem ser consumidas diária e
instantaneamente. Embora a maioria dos executivos tenham tido sua
formação e inicio de carreira em uma época diferente da de hoje, eles
começam a esboçar um novo perfil de comportamento diante de uma nova
realidade: ou se envolvem ou serão envolvidos.
Desta forma, a empresa do futuro se apresentará como aquela que será capaz
de conciliar diferentes gerações em um mesmo ambiente de trabalho,
extraindo o que cada profissional tem de melhor e equilibrando os
potenciais individuais em função do bem estar coletivo.
* Manager do Blogue desde Outubro de 2007.
Postado por Davide Gouveia às segunda-feira, maio 18, 2015
quinta-feira, 30 de abril de 2015
Estratégia de RH - Eng.º Ferreira de Oliveira (CEO - Galp Energia)
Artigo redigido por António Machado Vaz*
AMV20|2013-15
Ferreira de Oliveira[1]
fala sobre a
estratégia de RH como elemento indispensável à concretização da estratégia de
negócio
Ao longo dos tempos temos deixado aqui registo de conferências
a que assistimos e que consideramos com especial interesse para a temática dos
Recursos Humanos (François Piennar e a sua
experiência de liderança com Nelson Mandela; Prof. Carlos Ribeiro e as
potencialidades dos sistemas de avaliação de desempenho).
Em face das notícias que dão conta da
sua saída da Galp Energia, venho hoje partilhar os ensinamentos do Eng.º Ferreira de Oliveira, CEO /
presidente executivo da petrolífera portuguesa - que, em Novembro do ano
passado, na PBS, falou durante perto de 2 horas da Estratégia de RH como elemento
indispensável à concretização da estratégia de negócio.
O primeiro aspecto a sublinhar é que não é normal vermos o CEO de uma
empresa com a dimensão da GALP dedicar o seu tempo a falar só sobre Capital Humano – assunto que geralmente é
considerado secundário nas empresas e que é relegado para o diretor de RH. Esta
atitude – por si só – já demonstra a importância que ele dá ao sector (que não
é só “31 de boca”).
Ferreira de Oliveira começou por dizer que – ao
longo dos seus 40 anos de experiencia – apercebeu-se que “há dois aspectos essenciais à concretização da estratégia de negócio:
1 – o saber (comecei a
minha carreira como investigador. E estar seguro numa área concreta do saber,
dá-nos confiança).
2 – os RH (as pessoas
são o maior activo de uma organização)”
Há uma grande diferença entre aquilo que as
organizações SÃO (a sua cultura, os valores porque se regem) e aquilo que
QUEREM SER (os objectivos estratégicos que, há partida, correspondem a uma
visão/missão).
A diferença
entre O QUE SOMOS e O QUE QUEREMOS SER, só é possível ser concretizada através
das pessoas (não conheço outro veículo). Claro que temos de ter tecnologia. Claro que temos de ter recursos financeiros. Mas sem uma gestão adequada das pessoas, não
se atingem resultados.
Os RH
promovidos por impulso não funcionam bem. Têm de haver uma estratégia coerente/
consistente.
Assim, a Estratégia
de rh deve ser traçada com base nos seguintes aspectos:
1.
Diferenciação
2.
Obtenção de vantagens competitivas de forma
sustentável.
3.
gestão da mudança
4.
Competências
5.
Cultura organizacional
6. Políticas
e processos
O Sector de OIL & GAS gasta 100 biliões em
I&D.[2]
É uma das indústrias mais avançadas do mundo. As pessoas acham que fazer
prospecção de petróleo é apenas perfurar mas tem muito que se lhe diga. É
preciso equipamento muito avançado. De tal ordem que um dia de perfuração custa
1 milhão de € / dia… e nunca demora menos de 90 dias.
Sem profissionais competentes[3],
uma empresa não pode ser competitiva. Claro que tenho de ter um balanço decente[4]
(Recursos / tecnologia) MAS não chega:
é preciso ter as pessoas certas nos
lugares certos (a liderar e não só… parece uma coisa óbvia mas é difícil de
conseguir). Todas as pessoas têm talento; por vezes não sabemos é qual é o
talento que elas têm. Temos de maximizar a extração de valor através do talento.
É preciso ter uma cultura de resultados.
É curioso que a contabilidade regista activo tangível com todo o rigor MAS não
regista os activos intangíveis: O TALENTO.
É preciso:
1º - mapear o talento: O primeiro paço para gerir bem o talento é
identificá-lo.
2º - Gestão do talento: Quais são os nossos pontos fortes?
Como podemos neutralizar os pontos fracos?[5]
Há instrumentos analíticos que nos ajudam a extrair informação da base de dados
para gerir o talento (HR ANALYTICS).
3º - Formação avançada: visa precisamente desenvolver as
capacidades de todos.
4º - Potencial: mesmo depois de fazer tudo o que está atrás,
mesmo assim, a pessoa ainda fica aquém do seu potencial.
5º - Liderança: os líderes devem ser dispensáveis (daí ser preciso pensar na sucessão).
A melhor forma de progredir na carreira é ser-se
dispensável no que se faz actualmente (por isso é tão importante ir formando
sucessores que me possam substituir nas áreas mais técnicas, para me libertarem
de modo a que eu me possa concentrar noutras áreas). O mais difícil é gerar uma
cultura organizacional de compromisso
(as pessoas saberem o que têm de fazer, quererem fazê-lo e saberem como
fazê-lo).
Atração e gestão
de talento: A Galp Energia tem feito um investimento
muito forte no desenvolvimento do seu capital humano, assumindo uma prioridade
estratégica com objetivos e contornos bem definidos.
A eficácia da gestão do capital humano é
avaliada de forma consistente na Galp Energia.
O impacto financeiro da política de
capital humano é calculado através de uma fórmula do retorno do investimento do capital humano
(ROI do capital humano).
Ex: Os resultados mostram que cada euro investido nos colaboradores gerou,
em 2012, cerca de €2,61 de retorno para a Galp Energia. Isto significa que cada
euro investido em salários e benefícios sociais gerou mais do dobro em retorno
económico.
Na Galp, a gestão
de RH é diferente da estratégia de
RH:
ATENÇÃO: Uma empresa é como um super-petroleiro:
demora muito a mudar de rumo (eu sei que uma decisão que tomo agora só
daqui a 5 anos irá dar frutos: 5 anos é considerado curto-prazo) e cada mudança de rumo custa milhões
(por isso é que cada decisão estratégica tem de ser muito bem ponderada. Não se
muda de estratégia levianamente).
A estratégia de RH é quem pensa no capital humano.
Qual é o capital humano que eu preciso e consigo atrair do exterior e aquele
que eu consigo gerar dentro de casa?
O ideial
é conseguir desenvolver os recursos necessários “dentro de casa”, para
conseguir suprir as minhas necessidades. Mas por vezes isso não é
possível e temos de ir buscar fora (recrutar): atrair do exterior (ex: os técnicos especializados
estrangeiros tem uma carga fiscal de apenas 20% nos primeiros 10 anos em
Portugal).
Como se
desenvolvem os recursos “dentro de casa”?
1 - Planos
de mobilidade: 3 anos em cada sítio - e não estamos a falar de promoções.
Aliás, às vezes pode ser uma verdadeira “despromoção”, dado que vou sair da
minha zona de conforto, passando a desempenhar tarefas que não domino, em
sítios onde não estou à vontade: é a chamada mobilidade horizontal).
2 - Plano
de sucessão e plano de carreira: Por ex: um geólogo (que é um
profissional importantíssimo na industria petrolífera; pago “a peso de ouro”). Começa
por ser trainee: vai estar 6 meses na
sua zona de conforto (a desempenhar tarefas na sua área de especialidade
– ie, a geologia – em que “o que sabe
fazer, faz bem”) e outros 6 meses na sua zona de desconforto (por
exemplo, na contabilidade). A ideia é dota-lo de capacidade de adaptação e de
aprendizagem.Se ficar, sabe que tem 12 caracteristicas e que, todos os anos,
tem de progredir nessas características. Aos 28 anos vai para a academia GALP.
3 - Remuneração e avaliação de desempenho: A avaliação de desempenho é
fundamental para a retenção e valorização do capital humano. Os altos quadros são avaliados
individualmente. Os técnicos são avaliados por equipa (porque é muito difícil
avaliar as suas performances individualmente).
700 quadros de topo têm um
“CONTRATO DE GESTÃO” – o que significa que são avaliados individualmente, por
critérios quantitativos (não qualitativos). Cada um sabe o que é esperado de si
e qual é a sua avaliação. Queremos sempre parâmetros quantitativos (e
procuramos sempre critérios quantitativos), de modo a ser o mais objectivo
possível.
4 – Formação
de Líderes: Tem de ser um excelente técnico mas também tem de
ter competências de liderança. Quando identificamos lideres puxamos mais por
eles. É isso que ele vai desenvolver ao longo dos 10 anos seguintes, através de
3 programas: (1) Leadership for the
future; (2) Developing leaders;
(3) maturing leaders.
Chefias de 1ª linha: A1. Todos os níveis de liderança têm de estar a
nível 6 (em 10).
Chefias de 2ª linha: A2. Todos os níveis de liderança têm de estar a
nível 4 (em 10).
Chefias de 3ª linha: A3. Todos os níveis de liderança têm de estar a
nível 3 (em 10).
Todos têm formação e assessment (avaliação) com exames e notas. E as notas têm consequências.[6]
Mas atenação que, se não tiver características de
liderança, não é por aí que deixa de ter futuro. Tem é uma progressão
diferente: um fiscalista, por exemplo, hoje em dia vale ouro. Um prémio nobel
quer é ficar no laboratório e pode ganhar mais até que o presidente da empresa.
Depois fazem um PDP (PLANO DE DESENVOLVIMENTO
PESSOAL), com a assessoria de um consultor externo. “Nunca delegue na sua chefia o seu desenvolvimento profissional”.
Aquilo pinta a pessoa tal como ela é – e, por vezes, as pessoas não gostam do
que veem. Mas depois as pessoas crescem e ficam gratas.
5 – Formação Técnica: a
estratégia da GALP passa por ter a sua própria Universidade Corporativa (para
gerar as suas próprias competências dentro de casa).
Academia Galp
Energia (Training and assessment center): A Academia Galp Energia resulta da
determinação e do empenho em potenciar as capacidades dos Quadros do Grupo e em
fazer emergir novos
líderes capazes de assumirem responsabilidades crescentes ao nível dos
negócios e funções corporativas da Empresa.
As funções formativas da Academia
Galp Energia estendem-se a distintas áreas do conhecimento, integrando, deste
modo, cursos ou ações de formação especificamente desenhados para os objetivos
traçados. Em 2012 realizaram-se 21696 horas de formação a 277 colaboradores.
Eng. IQ: O Programa EngIQ, na vertente
de Formação Avançada em Engenharia da Refinação, Petroquímica e Química permite
assegurar que os projetos de investigação conducentes a Doutoramento serão
realizados em ambiente empresarial e em temas previamente acordados entre as
Universidades e as Empresas. Este programa de estudos contribui para a promoção
da competitividade do tecido industrial nacional, através da criação e
disseminação de conhecimento científico que suporte novos desenvolvimentos tecnológicos.[7]
Formação Avançada em Gestão[8]:
O Curso de Formação Avançada em Gestão, com especialização
no ramo da gestão de energia, visa proporcionar formação em gestão e
comportamental aos quadros superiores e aos colaboradores de alto potencial da
Galp Energia. A promoção de
networking interno facilita, assim,
a interação entre colaboradores no âmbito das tomadas de decisão (tanto
ao nível operacional como tático ou estratégico).
Estudos avançados em GEO-ER: Programa
de estudos avançados e investigação conjunta entre a Galp Energia e a Petrobrás
na área de investigação e produção de hidrocarbonetos em águas profundas. O
objetivo deste curso é o desenvolvimento de aptidões e métodos de investigação
no domínio da geoengenharia de reservatórios, dotando geólogos, geocientistas e engenheiros de
competências multidisciplinares diferenciadoras.
CompeC: A Formação Avançada em Competências
Comerciais com cerca de 80 horas de formação divida em dois níveis, visa formar
comerciais verdadeiramente especializados no processo de venda (abrange cerca
de 150 colaboradores/ano).[9]
Cada programa tem pessoas de diferentes geografias
e de diferentes departamentos, criando assim redes de networking internas (horizontais). Em todos os módulos, o Eng.º
Ferreira de Oliveira dá uma aula de 1,5 horas.
Além destes, têm ainda o Mestrado em Engenharia do Petróleo (ISPG)[10]
criado no ano passado em parceria com a universidade
escocesa de Heriot-Watt (uma das instituições
europeias mais conceituadas nesta área – por causa do cluster do mar do norte).
Vêm professores dessa universidade dar aulas, sendo assessorados por
professores das 6 melhores universidades portuguesas. Foram escolhidos 22
alunos de um universo de 1600 candidatos. A GALP suporta as
propinas e paga uma bolsa de € 1500/mês (“Andamos com eles ao colo!”).
NOTA:
Portugal sempre teve uma elite de trabalhadores qualificados – principalmente
na Função Publica em que, quem queria aprender, tinha acesso aos melhores
cursos do mundo (porque o Estado pagava tudo, “no questions asked!”). O
problema é que depois, quando esses trabalhadores atingiam o pico da sua curva
de aprendizagem (lá prós 50 anos), iam prá pré-reforma ou trabalhar para
empresas privadas. Um desperdício!
IMPLEMENTAR
A ESTRATÉGIA: Estratégia define o caminho a percorrer desde AQUILO
QUE SOMOS até ÀQUILO QUE QUEREMOS SER. A Estratégia
determina a estrutura (como arrumamos os trapos?): como é que eu faço
para que a estrutura evolua para que acompanhe a estratégia? O primeiro passo
será encontrar as pessoas com perfil e competências adequadas às exigências
organizacionais.
Os 3 Cs:
·
CLAREZA (Clear it): clarificar a estratégia em
todos os níveis de liderança, por forma a que os lideres compreendam e suportem
a sua implementação
· COMUNICAÇÃO
(communicate it): “a melhor
forma de aprender é comunicar”
· CASCATA (cascade it): por vezes os chefes são um
filtro à comunicação – o que é mau! Disseminar a mensagem pela organização, até
ao último elo.Kelleher ofSouthwest Airlines calls “difficult to understand and boring.”
Most leaders fail—not in the formulation of strategy, but in its
implementation. To successfully execute an organization’s strategy, it must be
the focus of every person in that organization. It is up to the leaders to
create, monitor, and reward that focus as it is expressed. So how then do
you provide the leadership required to implement strategies in a way that
allows them to come to life in each corner of
an
organization? I offer that if you pay attention to the Three Cs of strategy,
you will be well on your way to success in this endeavor.
· Clarify your strategy: All too
often, strategies are expressed as high-level statements that resonate with
board and executive levels but fall flat with mid-level and frontline
personnel. Unfortunately, if people don’t understand the strategy, they are
unable to connect with it. So the first step is to clarify your strategy in a
way that people in your organization can rally to support its implementation.
Done well, this strategy will tie together your goals and objectives and
clearly explain what you intend to do. In their book “Top Management Strategy”, Ben Tregoe and John Zimmerman offer a very
useful definition of strategy, calling it, “the framework which guides those
choices that determine the nature and direction of an organization.” Most
importantly, try to stay away from “corporate speak,” or “bureaucratize,” which
Herb Kelleher ofSouthwest Airlines calls “difficult to understand and boring.”
·
Communicate
your strategy: I’ve never encountered an organization
where I heard from people that we communicate too often or with plenty of
clarity. So then, communication is the second C. Powerfully communicating the
essence of your strategy at every level of the organization using multiple
mediums is the key here. (Don’t expect the posters you had made up to do the
job.) Use internal blogs and message boards, brown bag luncheons, podcasts, and
department meetings to communicate what the strategy is and how everybody’s
work is informed by that strategy. Discussions need to occur at each level, translating
the organization’s strategy to understandable and contextualized sound bites,
which connect to the work of individuals. In short, communicating the strategy
provides the “connective tissue” throughout the organization that helps people
understand the big picture.
·
Cascade
your strategy: If strategy is “what” you do then tactics
are “how” you do it. And if you want your strategy implemented well, you need
to cascade it throughout the organization and get to the practical and tactical
components of people’s jobs every day. Ideally, you will involve your managers
in this process, and they will help to translate the elements of the strategy
for your organization to their own functional areas. Doing this allows them to
develop and own the process of cascading the strategy and designing
implementation plans with high likelihood of execution. Cascading strategy is
the proverbial rubber hitting the road. The bulk of the work in implementing
strategy is done at this stage. It is the team meetings, the one-on-one
coaching, the process improvements, the customer meetings, and the responses to
the market that, in alignment with an organization’s strategy, can make a
tremendous difference for an organization.
The pace of business shows no signs of slowing down and the competition
in any sector isn’t getting easier. But effectively implementing strategy can
be a source of competitive advantage. Try these Three Cs and see if they help. Leaders from
Fortune 500 companies to small not-for-profits must be armed with the ability
to effectively implement the strategies of their organization, all while
juggling 100s of emails and voice mails, and addressing the exigencies of the
day. Because implementing strategy is not additive work for the leader. It is, in fact, their pivotal job.[11]
Q & A:
“O que fazer às
pessoas que não é possível ajustar à estrutura?
É um processo ou faz
parte da progressão da organização?”[12]
R: Dou o exemplo do Eng.º João Talone, com quem aprendi muito
(o pai - não o filho – que tem 90 anos e é presidente honorário da UNICER) e
que punha sempre 200 mil euros de parte no orçamento para rescindir contratos
com aqueles que não se adaptavam. “Casa-se
para viver em permanência, mas por vezes as coisas não correm bem!”.Na BP, os
avaliadores aconselham as pessoas que não estão adaptadas (e que, por isso, têm sucessivas más avaliações) a irem procurar outro emprego. Isso, que poderia
cair mal, está tão
instituído que é encarado com naturalidade. De tal ordem que
a BP era considerada uma fonte de capital humano para as PME’s (porque todos os
que saiam eram muito bons!). E gerindo bem esse processo de saída, “temos um
amigo em todas as empresas inglesas”. Sendo necessário, acabavam por ter ali um
embaixador/ uma porta aberta para a empresa. A GALP tem um
orçamento de 20 milhões para rescisões amigáveis.
“Porque é que os
trabalhadores saem das empresas? Bad
management?”[13]
R: O bónus é sempre quantitativo:
Contrato de gestão + Resultado da unidade de negocio + (…)
Depois há a avaliação qualitativa (av. 360º) ex: respeito
que os subordinados têm pela chefia; a forma como desenvolve o trabalho.
Ou seja: usam as duas componentes porque não interessa só
atingir os resultados mas tambem a forma como foram atingidos (com ética,
ajudando a equipa – ie, respeitando os valores da empresa)[14].
VALORES
DA GALP
G:
Growing together
A:
Action
L:
Loocking in to the future
(sustentabilidade)
P: Paixão (entusiasmo!)
“Porque é que os
donos do capital nem sempre têm uma visão estruturada do desenvolvimento das
pessoas”[15]
R: Na cultura anglo-saxónica, os detentores do capital
(accionistas) é que escolhem os gestores profissionais da empresa. Uma das
debilidades da economia portuguesa é esta confusão entre as 2 figuras (porque o
acionista vai defender os seus interesses e ao faze-lo, pode matar a empresa). As empresas precisam dos accionistas
para terem capital – e a melhor forma de atrair accionistas é remunerando bem o
capital.
A excelência da instituição é mostrada pelo retorno
dos capitais próprios.
[1] Manuel Ferreira de Oliveira nasceu
a 21 de Dezembro de 1948. Cursou Engenharia Electrotécnica na Faculdade
de Engenharia da Universidade do Porto (1971) e obteve os graus de Master of Science e de Doutor
em Engenharia na Universidade de Manchester. Recebeu formação na área de Gestão
no IMD, em Lausanne, Suíça, e na Harvard e na Wharton Business Schools, nos
Estados Unidos da América. Foi docente e investigador da Faculdade de
Engenharia da Universidade do Porto (1971-1980), tendo assumido
progressivamente as funções e de Monitor, Assistente, Professor Auxiliar,
Professor Agregado e Professor Catedrático (1979). Entre 1980 e 1995 viveu e
trabalhou na Venezuela e no Reino Unido, países onde desempenhou variados
cargos na indústria petrolífera internacional, ao serviço de PDV – Petróleos de
Venezuela, S.A. e da BP – The British Petroleum Company, Plc., tendo ocupado,
entre outras funções, as de Director de Planeamento Corporativo da Lagoven,
S.A. (Caracas), de Administrador da Nynas Petroleum (Estocolmo), da Rhur Oel
(Dusseldorf) e da PDv Services (Haia) e de Administrador e CEO da BP Bitor,
S.A. e da Bitor Energy, Plc. (Londres). Após 1995 foi Presidente do Conselho de
Administração e Presidente Executivo da Petrogal (1995-2000), Presidente do
Conselho de Administração e Presidente Executivo da Unicer – bebidas de
Portugal, SGPS, S.A. (2000/2006) e Administrador Executivo da Galp Energia
(2006), empresa de que é Presidente da Comissão Executiva (CEO) desde Janeiro
de 2007.
[3] Por ex: como
se dá uma boa noticia? E como se dá uma má noticia? Esse tipo de formação
especifica ajuda a gerir equipas.
[4] Na
perspectiva global (ao pé de monstros como a Shell, BP, Xevron), a GALP é uma
PME mas tem uma rentabilidade do capital
ao nível dos maiores.
[5]
Peter Drucker e Andrew Grove diziam precisamente
o mesmo: um gestor é alguém que transfere recursos de áreas onde estes têm
baixa produtividade para outras áreas onde os mesmissimos recursos obtêm uma
produtividade elevada. Nos RH (staffing)
isso significa mudar as pessoas de funções onde as suas fraquezas contam, para
outras funções em que essas fraquezas passam a ser irrelevantes e o que conta
passa a ser apenas as áreas onde elas são realmente boas. São as forças (não as
fraquezas), as habilidades (não as deficiências) que contam. Por isso é que é
importante começar por avaliar os factores que determinam o sucesso de
determinadas funções: para depois alocar as pessoas mais competentes para essas
funções - in “Shakespeare, Henry V and the Lessons for Management”
(Jorge Vasconcelos e Sá).
[6] Os que têm
16 valores vão almoçar comigo e temos uma conversa em que eu oiço o que eles
têm pra dizer.
[7]
Um dos aspectos que é focado são as ciências comportamentais na engenharia (que
é uma área normalmente descurada)
[8] 15 dias por
ano x 3 anos
[9] É lecionado
pela PBS
[10]
O ISPG - Instituto
do Petróleo e do Gás foi lançado no ano passado pela Galp em parceria
com seis universidades portuguesas: Aveiro, Lisboa, Coimbra, Nova de Lisboa e
Porto. O curso nasce de uma parceria entre o ISPG
e a universidade escocesa de Heriot-Watt, uma das instituições europeias mais
conceituadas nesta área. Visa responder a duas grandes dificuldades que
esta indústria enfrenta hoje, a nível global, incluindo a Galp Energia: forte
escassez de mão-de-obra qualificada para o petróleo de grande profundidade e
perspectiva de grande desenvolvimento desta área nos próximos anos. Nos últimos
três anos, a Galp Energia duplicou o número de trabalhadores qualificados na
área da exploração e pesquisa (E&P), sobretudo para responder aos projectos
que tem no Brasil, mas está longe de suprir as necessidades, prevendo um
aumento “significativo” destes recursos no médio prazo. “O número depende das
novas descobertas, dos planos de desenvolvimento dos projectos”, acrescenta. Um
estudo recente sobre as necessidades de mão-obra da indústria para o petróleo
subaquático (especialmente grande profundidade) calcula que os actuais 92 mil
trabalhadores qualificados devam subir para 150 mil em 2020, a uma taxa média
anual de 7%. Os dados são da FTU-Fundação para a Tecnologia Subaquática, com
sede na Noruega.
[12] Luisa Bessa
(Casa da Musica)
[13] José Vale
(General Motors)
[14] na Bosch a lógica é a mesma
Postado por Davide Gouveia às quinta-feira, abril 30, 2015
Subscrever:
Mensagens (Atom)









